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Infecção urinária na gravidez pede cuidados redobrados

Exames pré-natais e atenção aos sintomas evitam complicações

       
infecção urinária é bastante comum entre mulheres. Em geral causada por bactérias como a E. Coli, a infecção pode acometer apenas a bexiga (cistite) ou chegar até os rins (pielonefrite) - sendo esta última considerada mais grave.
Para o tratamento, o médico obstetra avaliará a necessidade de antibióticos seguros para gestantes. Em casos mais graves pode ser necessário mais exames e até a internação da paciente.
A frequência em mulheres grávidas é aproximadamente a mesma que em mulheres não grávidas, no entanto, infecções recorrentes são mais comuns durante a gravidez. Adicionalmente, a ocorrência da pielonefrite é mais elevada durante a gestação do que na população em geral, provavelmente como um resultado de alterações fisiológicas das vias urinárias no período.
A bacteriúria assintomática, ou seja, quando são detectadas bactérias no exame de urina sem que a gestante apresente sintomas, ocorre em 2 a 7% das mulheres grávidas. Geralmente ocorre durante a gravidez inicial, com apenas cerca de um quarto dos casos identificados nos segundo e terceiro trimestres. Fatores que têm sido associados a um maior risco de bacteriúria incluem história de infecção urinária prévia, diabetes mellitus, gestações anteriores e baixo nível socioeconômico.
Em torno de 30 a 40% das mulheres grávidas com bacteriúria assintomática irão desenvolver uma infecção sintomática do trato urinário, incluindo pielonefrite, durante a gravidez. Este risco é reduzido em 70 a 80% se a bacteriúria é tratada.
Cistite aguda ocorre em aproximadamente 1 a 2% de mulheres grávidas, e a ocorrência estimada da pielonefrite aguda durante a gravidez é de 0,5 a 2%. A maioria dos casos de pielonefrite acontece durante o segundo e terceiro trimestres.
Muitos estudos têm mostrado a relação entre a infecção materna do trato urinário, bacteriúria assintomática em particular, e resultados adversos da gravidez. Bacteriúria não tratada tem sido associada a um aumento do risco de parto prematuro, baixo peso ao nascer e mortalidade perinatal.
Os sintomas de infecções urinárias na gestante incluem dor em baixo ventre, acompanhada ou não de sintomas típicos como dor para urinar, urgência ardência, etc. Podem ou não ter febre, mal estar. Outras complicações de pielonefrite incluem anemia, sepse e dificuldade respiratória.
Uma gestante deve ir à consulta de pré-natal uma vez por mês nos primeiros 6 meses. A partir do sétimo ou oitavo mês, essas consultas serão mais próximas, até o bebê nascer. Porém, caso apresente qualquer sintoma a gestante deve agendar outra consulta ou procurar o pronto socorro de uma maternidade para avaliação. A avaliação inclui exame completo da mulher e exame de urina.
Para o tratamento, o médico obstetra avaliará a necessidade de antibióticos seguros para gestantes. Em casos mais graves pode ser necessário mais exames e até a internação da paciente.
Em casos de infecções recorrentes pode ser necessário tratamento antibiótico preventivo durante período mais longo, além de investigação de problemas associados como infecções genitais, cálculos renais, etc.
Alguns hábitos de vida podem ajudar a evitar infecções e devem ser praticados por todas as mulheres, como ingerir líquidos em abundância, dando preferencia a água. Não segurar o xixi muito tempo e sempre ir ao banheiro logo após o ato sexual também são recomendações.

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