A natureza daquilo que chamamos de “relação amistosa” varia muito entre as culturas (os alemães, por exemplo, são arredios a novas amizades, principalmente com estrangeiros), entre as idades (as crianças, por exemplo, dão muito valor para o compartilhamento de brinquedos) e entre os sexos (as mulheres, por exemplo, tentem a confiar mais nos amigos do que os homens; estes dão mais importância para as atividades que participam juntos do que para longas conversas pessoais).
Vários estudos vêm mostrando que há uma relação inversa entre o recebimento de fortes apoios sociais e incidência de doenças cardíacas, infecções virais e câncer. As pessoas que costumam compartilhar seus sentimentos e pensamentos estão menos sujeitas a vários tipos de problemas psicológicos e físicos. Um destes estudos verificou que aquelas pessoas que revelam mais seus sentimentos e pensamentos para pessoas em quem confiam quando são hospitalizadas se recuperam na metade do tempo. A solidão (que inclui a ausência de amizades) está associada com maiores índices de infelicidade, suicídio e consumo de drogas. Um estudioso desta área afirmou que o apoio social funciona como uma espécie de vacina comportamental que protege a saúde física e mental.
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