Se você não tem a menor ideia de a quantas anda a saúde do seu cabelo, mas percebe que precisa fazer alguma coisa para dar uma força à cabeleira, talvez esteja na hora de investir em um estudo mais profundo – como a análise capilar. A sondagem com ares “high tech” envolve exames de imagem, com o uso de lentes de aumento, câmeras e um aparelho chamado dermatoscópio digital, que permitem visualizar, sem retirar um fiozinho da cabeça, desde alterações externas da fibra até doenças do couro cabeludo. “É possível estimar a velocidade de crescimento e a quantidade de fios por cm². Ajuda tanto na elaboração do diagnóstico de qualquer problema como também na avaliação da evolução e dos resultados de tratamentos”, salienta Ana Carina Junqueira Bertin, dermatologista e tricologista da Clínica Adriana Vilarinho e do Centro de Cirurgia da Obesidade e Metabólica, em São Paulo. “No microscópio comum observamos se a fase é de crescimento, anágena, ou de queda, telógena. Vemos se o fio está afinado e se existem sinais de distúrbios como alopecia areata – queda – ou tricotilomania, o hábito de arrancar os fios”, completa Denise Steiner, membro das Sociedades Brasileira e Americana de Dermatologia.
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