Crianças e adolescentes devem ter limites. Principalmente na internet. Mas o que podem acessar e até qual idade devem ser supervisionados? “A internet não deve ser vista como um monstro pelos pais", explica a psicóloga Elisa Villela. "Ela pode ser uma rica fonte de informações e descobertas, mas há cuidados a serem tomados”. Desenvolver a responsabilidade dos filhos e, à medida em que crescem, aumentar aos poucos o leque de sites é a melhor alternativa. Também é uma questão de segurança conhecer as senhas das redes sociais e de e-mails dos filhos, que devem ser usadas apenas quando julgar necessário. “Muitos não exigem as senhas por medo de chatear os filhos", diz Maria Edna Scorcia, diretora pedagógica do colégio Joana D’Arc, em São Paulo. "É a mesma coisa que perguntar a eles com quem pretendem sair, a que horas voltam e para onde vão”.
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