
A Fernanda* contou a seguinte história: “Namoro um rapaz super bacana há dez meses. Mas, antes dele, fiquei um pouco traumatizada com um colega, que me pegou meio a força, mas não conseguiu ir até o final. A questão é que desde esse episódio, não consigo transar. Meu namorado sabe e me apóia 100%. A gente se masturba e faz sexo oral. Mas não consigo transar e perder a virgindade. E muitas vezes, depois que chego ao orgasmo, fico com nojo de mim. Não percebo o que se passa comigo. Se fosse trauma eu nem deixava meu namorado me tocar, não é? O que eu faço agora?” Questões bem delicadas essas da Fernanda! Vamos lá:
• SER PEGA A FORÇA – Viver uma situação como essa não é nada fácil. E deixa marcas mesmo, que podem ser bem profundas, como um trauma. E tudo isso pode levar a angústias das mais variadas na hora dos encontros amorosos e sexuais.
• FAZER O QUÊ? – Um bom caminho para lidar com toda essa história é procurar a ajuda de um psicólogo. Com o profissional, você poderá conversar bastante a respeito do que lhe incomoda e encontrar jeitos de lidar melhor com essa situação.
• O SEU JEITO DE LIDAR COM ISSO – Cada caso é um caso, não é verdade? Então, para cada um deles terá um jeito especial de lidar, certo? Ou seja, você precisará descobrir o seu jeito especial de lidar com a sua história e a sua vida como um todo. Com a ajuda do psicólogo, isso pode ficar bem mais fácil.
• O SEXO COM O NAMORADO – Você se deu conta que já estão vivendo o sexo? Sexo oral é sexo! Assim como a masturbação a dois também é uma prática sexual. E quanto à penetração vaginal, que ainda não ocorreu? Calma. Uma hora ela acontece. Não se cobre demais. Vá devagar, dando tempo ao tempo.
• O NOJO APÓS O ORGASMO – Isso pode ter tudo a ver com as marcas negativas que a experiência vivida à força acabou deixando. Sexo é algo saudável e prazeroso, quando a gente saboreia isso com alguém querido e especial. Mas às vezes há uma série de ideias negativas em torno do sexo rondando a cabeça e as emoções da gente. O desafio será dar novo sentido a essas ideias incômodas. Assim talvez o orgasmo (e o relacionamento amoroso e sexual como um todo) volte a ser o que ele é: um grande prazer!
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