
Desde a adolescência a gente ouve falar sobre o ponto G feminino. A mais famosa zona erógena do nosso corpo virou ponto de discussão entre cientistas da Inglaterra e da França.
Os britânicos do King´s College realizaram uma pesquisa com 1,8 mil mulheres, que responderam a 23 questões sobre vida e rotina sexual. O estudo foi feito com irmãs gêmeas – idênticas e não idênticas – partindo do princípio que a identidade genética de gêmeas é igual ou similar (no caso das bivitelínicas). Isso quer dizer que as gêmeas univitelínicas deveriam ter sensações iguais, ou muito parecidas, em relação ao ponto G.
No entanto, o estudo desenvolvido não identificou semelhanças suficientes para comprovar a existência do ponto G. Os cientistas britânicos divulgaram o estudo com uma afirmação polêmica: para eles, o ponto erógeno mais famoso do mundo pode ser resultado de auto-sugestão feminina, fruto da influência de revistas. Uau!
Pouco depois, os franceses resolveram tomar partido das mulheres e realizaram outro estudo, com o mesmo objetivo. Um grupo de ginecologistas reuniu-se para aprofundar a discussão. E chegou a uma conclusão que, se não é satisfatória, parece bem mais sensata: o ponto G existe, mas a localização varia muito porque depende da anatomia de cada mulher.
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